quarta-feira, 27 de julho de 2016

Jacques Hamel degolado pelos muçulmanos, ou "cría cuervos y se comerán tus ojos".

Quem causa seus próprios males, que chore sozinho, ou, no popular, “CADA CACHORRO QUE LAMBA SUA PRÓPRIA CACETA”.

Jacques Hamel ajudava os muçulmanos e ignorava os cristãos franceses! Em vez de ajudar os desempregados e sem-teto franceses, ajudava os muçulmanos. Ele doou o terreno da igreja para construir a mesquita! Se isso não é apostasia, não sei mais o que é! E os ignorantes o chamam de santo. IGNORANTES!

O EXCOMUNGADO JACQUES HAMEL FOI CÚMPLICE DO ANTIPAPA BERGOGLIO.

Na manhã de 26 de julho de 2016, dois soldados do Estado Islâmico invadiram uma igreja na cidade de Rouen, decapitaram Jacques Hamel e torturaram alguns fiéis. Eu continuo chocado com a terrível ignorância religiosa da maior parte dos cristãos, que já estão “canonizando” Jacques Hamel. Quem era ele? Um herege modernista, cúmplice do antipapa Bergoglio, que apoiava completamente o antipapa tanto em palavras quanto em atos. Veja neste link (http://ipco.org.br/ipco/pe-jacques-hamel-r-i-p-o-crime-revelador-do-isla-e-nao-so-do-isla/#.V5j9IxWAOko) como A PARÓQUIA DA QUAL ELE ERA MEMBRO CEDEU GRACIOSAMENTE AOS MUÇULMANOS UM TERRENO VIZINHO, DE PROPRIEDADE DA IGREJA, PARA CONSTRUIR UMA MESQUITA. E construíram.

Além disso, Jacques Hamel colaborou ativamente com um imã local para a islamização da região. Portanto, o vice-pároco Hamel, em vez de seguir a letra e o espírito do Evangelho e pensar na difusão da Palavra de Deus, dedicar-se à conversão das almas e defender os cristãos contra a invasão islâmica, COLABOROU COM OS MUÇULMANOS, TRAINDO CRISTO E O EVANGELHO.

Jesus disse (Mateus 12:30):
ὁ μὴ ὢν μετ’ ἐμοῦ κατ’ ἐμοῦ ἐστιν; καὶ ὁ μὴ συνάγων μετ’ ἐμοῦ σκορπίζει (“quem não está comigo está contra mim, e quem comigo não se reúne, se dispersa”).
Disse também (Marcos 16:15-16):
Καὶ εἴπεν αὐτοῖς, Πορευθέντες εἰς τὸν κόσμον ἅπαντα, κηρύξατε τὸ εὐαγγέλιον πάσῃ τῇ κτίσει. Ὁ πιστεύσας καὶ βαπτισθεὶς σωθήσεται·ὁ δὲ ἀπιστήσας κατακριθήσεται (“E disse a eles: ide ao mundo todo e proclamai o Evangelho a toda a criação. Aquele que acreditou e foi batizado será salvo, mas o que não acreditou será condenado”).
Acontece que o senhor Hamel, como bom sequaz do antipapa Bergoglio, lucrava, como muitos de seus colegas, com o negócio do acolhimento, traindo a doutrina católica, lançando sobre si mesmo a EXCOMUNHÃO IPSO FACTO, decretada de maneira infalível pelos verdadeiros papas, afirmando que qualquer católico que participe ativamente de ritos estranhos à fé católica está excomungado “ipso facto”, ou seja, AUTOMATICAMENTE. Ora, esse senhor Hamel não apenas participou ativamente de rituais islâmicos, mas também, em sua apostasia, arrastou atrás de si muitos fiéis! E, depois, os muçulmanos o decapitaram.

Oremos por sua alma, mas prestem atenção antes de santificar uma pessoa sem saber sequer quem ela realmente foi! Jesus ensina no Evangelho que é necessário ser prudente e ter bom senso!

Permaneço fiel à VERDADEIRA Fé Católica, a dos santos antepassados, a verdadeira Fé oposta e contrária à anti-igreja maçônica do Anticristo instalada no Vaticano através do inválido e herético conciliábulo do Vaticano de 1962-65.

A única solução doutrinária para os nossos tempos é o sedevacantismo total.
“Excomungamos e anatematizamos todos aqueles que levam aos sarracenos, aos turcos e aos outros inimigos do nome cristão cavalos, armas, ferro, fios de ferro, estanho, aço e todas as outras espécies de metais, assim como instrumentos de guerra, madeira, cânhamo, cordas (sejam elas de cânhamo ou qualquer outro material), e esses mesmos materiais, e as outras coisas proibidas com as quais atacam os cristãos; e igualmente aqueles que, para grande dano e ruína dos cristãos, fornecem informações diretamente ou através de terceiros aos turcos e aos inimigos da religião cristã sobre a situação da República Cristã e os auxiliam com seus conselhos, seja qual for a maneira”.
(Bula “In Coena Domini”, do papa Pio IV, 8 de abril de 1563).

ENSINAMENTO CATÓLICO ESPECÍFICO CONTRA O ISLÃ.

Todos os verdadeiros papas, até as primeiras décadas do século XX, no momento da sua coroação, juravam solenemente: “Juro... exaltar a verdadeira Fé e extirpar a diabólica seita do réprobo e infiel Maomé no Oriente".

A verdadeira Igreja Católica considera o Islã uma seita diabólica. Atenção: uma abominação é qualquer coisa aberrante diante de Deus; é qualquer coisa pela qual Ele não tem estima nem respeito algum. Uma coisa diabólica é qualquer coisa que venha do Diabo. O islã rejeita, entre muitos outros dogmas Universais, a Divindade de Jesus Cristo, bem como a Santíssima Trindade. Os muçulmanos encontram-se fora do caminho da salvação espiritual caso permaneçam sendo muçulmanos.

O Concílio de Viena (1311-1312) ordenou aos príncipes cristãos que impusessem sua autoridade civil para proibir a expressão pública da falsa religião islâmica (https://www.ewtn.com/library/COUNCILS/VIENNE.HTM#09, parágrafo 25):

“É um insulto ao Santo Nome, e uma desgraça para a Fé Cristã, que, em algumas partes do mundo submetidas a príncipes Cristãos onde vivem os sarracenos [muçulmanos], ora apartados dos cristãos, ora com eles misturados, os sacerdotes sarracenos (habitualmente chamados Zabazala [imãs], em seus templos ou mesquitas, onde os sarracenos se reúnem para adorar o infiel Maomé, invoquem e exaltem seu nome em voz alta, todos os dias em determinados horários, de um lugar alto, sendo ouvidos tanto cristãos quanto por sarracenos, e ali façam declarações públicas em sua honra. Existe um lugar, além disso, onde foi enterrado um certo sarraceno que outros sarracenos veneram como um santo. Um grande número de sarracenos se reúne abertamente ali, vindos de perto ou de longe. Isso traz descrédito à nossa Fé e causa grande escândalo aos fiéis. Essas práticas não podem ser mais toleradas sem desagradar a Divina Majestade. 
Portanto, com a aprovação do sacro concílio, proíbam doravante essas práticas nas terras cristãs. Exortamos a todos os príncipes católicos que detenham a soberania sobre os referidos sarracenos e em cujo território ocorram tais práticas, e sobre eles impomos uma urgente obrigação, sob o julgamento Divino, de que, como verdadeiros católicos e zelosos da Fé Cristã, levem em consideração a desgraça que se abate sobre eles e outros cristãos. Eles devem eliminar completamente essas ofensas de seus territórios e cuidar para que seus súditos as eliminem, para que possam, assim, conquistar a recompensa da eterna beatitude. Eles devem proibir expressamente toda invocação pública do nome sacrílego de Maomé. Eles devem, ainda, proibir qualquer um em seus domínios de tentar, no futuro, a dita peregrinação ou de qualquer maneira dar rosto a ela. Aqueles que pretendem agir de outra forma devem ser punidos pelos príncipes por sua irreverência para que os outros sejam desestimulados de tal ousadia”.

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Libertarianismo e libertinismo

Há um tópico que sempre surge quando eu debato diversas discordâncias filosóficas com os libertários. Se eu (ou um seguidor meu no Facebook ou neste blog que também critica a filosofia política libertária) digo que os libertários defendem uma anarquia moral libertina na sociedade, eles sempre respondem que eu tenho o malvezo de confundir libertarianismo com libertinismo. Além disso, quando eu defendo uma jurisprudência fundamentada na virtude em vez de uma jurisprudência fundamentada unicamente em direitos, eles sempre respondem dizendo que, se não há liberdade para exercer um vício ou pecado, então não existe uma verdadeira liberdade. Por exemplo, se os libertários tendem a se opor ao combate às drogas porque acham que uma pessoa tem o direito de colocar o que quiser dentro do corpo e nenhuma esfera de governo, seja ela municipal, estadual ou federal, pode dizer o contrário porque a legislação agride esse suposto direito à autodestruição.

Então, se me acusam de confundir libertarianismo com libertinismo, acho que não tenho tanta culpa assim quando ponho lado a lado as idéias que expus acima. Na verdade, eu diria que não estou confundindo porcaria nenhuma. Com base nos argumentos apresentados pelos neolibertários influenciados pelos anarco-capitalistas Rothbardianos e pelos libertários do Instituto Mises, eu rebato dizendo que eles estão, na verdade, defendendo uma filosofia política libertina. Não há dúvida de que esses argumentos são influenciados por premissas metafísicas que não passaram por exame algum, influenciadas pelo ateísmo pós-moderno; pela falsa dicotomia entre moral pública e moral privada; pela confusão entre avaliação econômica subjetiva e afirmações axiológicas; por uma visão errônea sobre a pessoa humana; pelo mito da neutralidade moral; e pela afirmação incoerente de que uma pessoa não é livre se não puder fazer o que é for intrinsecamente imoral. Todos esses erros filosóficos precisam ser abordados separadamente, mas, agora, vou abordar apenas um, por pura falta de tempo (afinal, bills keep coming).

Para que não restem dúvidas: os neolibertários defendem uma filosofia política libertina que reduz a ordem social (interpretada nominalmente) ao consentimento contratual, à jurisprudência fundamentada no direito e ao egoísmo econômico. A jurisprudência fundamentada no direito tem origem num contexto moral de não-interferência, ao estilo de John Stuart Mill, que, em essência, afirma que devemos ser livres para fazer o que quisermos, desde que não passemos por cima dos direitos dos outros de fazer a mesma coisa. Disso decorre, normalmente, a idéia de que a pessoa deve poder usar drogas, se prostituir, produzir pornografia, promover a prática do aborto, redefinir o conceito de casamento como apenas uma união lastreada numa forte ligação emocional, e assim por diante. Se fosse verdade que esses atos são atos voluntários de indivíduos capazes de consentir, então a promulgação de leis em qualquer nível de governo para proibir esses atos seria uma violação de direitos (leia-se "imoral"). Essa é posição do neolibertário sobre esses assuntos.

Argumentar que é imoral uma comunidade proibir o uso de drogas, por exemplo e que o direito de uma pessoa será violado se essa proibição acontecer é, na verdade, assinar embaixo de uma filosofia política libertina. Isso equivale a dizer que uma sociedade não é livre se as pessoas não puderem consumir drogas e se transformarem em viciados. Isso equivale a argumentar que uma sociedade não é livre se não proteger e apoiar o direito a ser libertina. Palavras de ordem como “não se pode legislar sobre a moral”, “você não pode impingir sua moral sobre outra pessoa”, “a moral é subjetiva” não conseguem eliminar o fato de que os neolibertários defendem abertamente o libertinismo e, ao mesmo tempo, negam que o fazem. Além disso, dizer “Eu acho que esses atos são imorais, mas não posso impingir minha moral sobre outra pessoa” é tão ridículo quanto dizer “Eu nunca faria um aborto porque é imoral, mas eu jamais ousaria pensar em impingir minha moral a uma pessoa que acha o aborto moralmente correto”. É daí que vem a afirmação da anarquia moral libertina. essas opiniões defendidas pelos neolibertários são incoerentes e desonestas.

Se você quer defender uma filosofia política e seguir suas premissas às últimas conseqüências, vá em frente, mas não tente diluí-la com clichês e frases de efeito, por favor.