terça-feira, 24 de novembro de 2015

Mauricio Macri, forte aliado do homossexualismo militante

Ao centro, Mauricio Macri; à direita, María Eugenia Vidal,
vice-prefeita de Buenos Aires 
O PRO (partido Propuesta Republicana), liderado pelo presidente eleito da Argentina Mauricio Macri, é um dos promotores mais ativos da bandeira LGBT.

A intuição tende a nos fazer crer que as forças do homossexualismo político estão alinhadas com os setores da esquerda progressista. Porém, nem sempre é assim. O PRO (partido Propuesta Republicana), liderado pelo presidente eleito da Argentina Mauricio Macri, é um dos promotores mais ativos da bandeira LGBT.

Desde que a lei de "casamento" entre pessoas do mesmo sexo foi aprovada em 2010, a Cidade de Buenos Aires, então governada por Mauricio Macri não se furta a fazer leis que visam a favorecer a expressão de condutas homossexuais, violar gravemente os direitos das crianças e banalizar a instituição do Sagrado Matrimônio.

Em total "pedalada" ideológica, o presidente eleito passou de considerar o homossexualismo uma doença (em 1997), no que estava absolutamente correto, a governar uma das cidades mais gay friendly do mundo.

As leis e medidas promovidas pelo próprio Macri durante seu mandato como prefeito de Buenos Aires são inúmeras, entre elas:

1) Resolução N° 38 de 2012 – SSJUS. Diário Oficial Nº: 3864, “Instrui-se a Direção Geral de Registro do Estado Civil e Capacidade das Pessoas, para que, doravante, admita e inscreva filhos/as cujos progenitores sejam do mesmo sexo, nos termos da Lei Nº 26618” (Diário Oficial do Governo de Buenos Aires)

Em outras palavras, permite-se fazer o registro civil de crianças com "dois pais" e nenhuma mãe, ou com "duas mães" e nenhum pai, o que equivale a eliminar, de uma canetada, a figura paterna ou materna e corromper o direito à identidade biológica, o que é um Direito Humano básico. Neste ponto, é necessário refletir sobre o papel desempenhado sobre os ativistas de direitos humanos em relação à identidade, pois não emitiram nenhuma opinião em momento algum.

Causa muita espécie ver como, nesse aspecto, setores políticos supostamente antagônicos se digladiam para serem os primeiros na corrida pela promoção do homossexualismo e terminam se comportando como aliados. Isso fica claro na foto em que aparecem juntos Rodriguez Larreta do PRO (segundo da direita para a esquerda) e María Rachid da aliança FPV, Frente para la Victoria (segunda da esquerda para a direita), quando, graças a Macri, a Argentina foi o primeiro país do mundo a ter uma criança com "dois papais".



2) Resolução N° 99 de 2012 –SSJUS Diário Oficial Nº: 3915, “Instrui-se à Direção Geral de Registro do Estado Civil e Capacidade das Pessoas para que admita o casamento de estrangeiros não-residentes”.


Com essa resolução, os cartórios de Registro Civil da Argentina podem ser utilizados indiscriminadamente por turistas homossexuais. Além disso, a resolução se torna uma ferramenta para fingir o “casamento” LGBT em países onde ele ainda não foi aprovado. Isso ocorreu, por exemplo, com um par de militantes homossexuais uruguaios que contraíram “matrimônio” e, depois, solicitaram que seu país homologasse essa união.

Além disso, a resolução concede privilégios para os turistas LGBT, pois simplifica tremendamente todos os trâmites e a burocracia, ao passo que dos casais heterossexuais (pleonasmo intencional) que realmente desejam constituir família por meio da instituição do matrimônio exige-se uma quantidade assustadora de documentos, testemunhas e muita paciência para conseguir a data desejada.

3) Não apenas os cartórios de registro civil argentinos estão a serviço do ativismo LGBT, mas também os impostos dos contribuintes. Assim, com um projeto de lei - NO MANDATO DE MACRI, SEMPRE LEMBRANDO -, foi proposto destinar 75.000 pesos argentinos (R$ 28.807,55 ao câmbio de hoje) para financiar a “marcha do orgulho gay”.


4) Como tudo isso não bastasse, no final de 2013, sob a égide de María Eugenia Vidal, vice-prefeita de Buenos Aires, também do partido PRO, foi criado o portal “Chau Tabú”, no qual se promovem as práticas homossexuais, o sexo anal, a masturbação e o transexualismo.

Diante de todos esses fatos, caros leitores, é impressionante que militantes "católicos" continuem nas fileiras do PRO, ou que, pior ainda, o presidente eleito Mauricio Macri ou sua vice-prefeita se considerem “católicos praticantes”. Só um retardamento mental em massa explica o fato de os eleitores argentinos terem eleito um candidato de um partido que promove esses valores apodrecidos.

sábado, 21 de novembro de 2015

O flagelo da cultura de massa

Hoje em dia, praticamente todos os conceitos cabem no termo "cultura de massa", que, muitas vezes, contempla qualquer manifestação de atividades "populares". Do carnaval ao rock and roll, do jeans à coca-cola, das novelas da televisão às revistas em quadrinhos, praticamente tudo cabe no amplo guarda-chuva conceitual de "cultura de massa".

Acontece, caro leitor, que muitos que usam esse termo, quando perguntados, se perdem completamente quando alguém lhes pergunta o verdadeiro alcance dele.

Porém, antes de estudar o que é cultura de massa, precisamos definir o status quaestionis em seu núcleo e perguntar: o que é cultura? O que é massa?


1. Povo e Massa


Em sua famosa mensagem radiofônica da véspera do Natal de 1944, o Papa Pio XII, distinguiu de maneira magistral ambos os conceitos.

O povo, ensinou o papa, consiste em indivíduos que vivem e se movem com vida própria. Ele é ativo, agindo conscientemente de acordo com determinadas idéias fundamentais, das quais decorrem posições definidas diante das diversas situações.

A massa, ao contrário, não passa de um amálgama de indivíduos que não se movem, mas são movidos por paixões. A massa é sempre, e necessariamente, passiva. Ela não age racionalmente e por sua conta, mas se alimenta de entusiasmos e idéias não estáveis. É sempre escrava das influências instáveis da maioria, das modas e dos caprichos que passam.

A massa é como a areia movida pelo vento, ou o rebanho nas mãos do pastor. Movem-na apenas veleidades: o dinheiro, a facilidade, o luxo, o prazer, o prestígio.

Como animais que temem desgarrar-se do rebanho, os indivíduos que compõem a massa jamais discordam da maioria. Pergunte a um jovem se conhece determinado cantor da moda, e ele terá imensa vergonha em confessar sua eventual ignorância. Em seguida, ele procurará conhecer tal cantor, decorar suas músicas (mesmo que na verdade não as aprecie), conhecer sua história. Somente então, sentir-se-á reconfortado, pois estará finalmente “como todo mundo”.

A inserção na massa lhe impõe que se vista como os outros, que coma como os outros, que goste do que gostam os outros.

Ser, pensar, agir, estar sempre, obrigatoriamente, “como os outros” é amoldar-se inexoravelmente a esse implacável “deus” chamado “todo mundo”. É renunciar à própria individualidade, trocando-a pelo amorfo e medíocre “eu coletivo” da multidão.

Inserir-se na massa é socializar a si mesmo.

A massa é, portanto, o povo degenerado.

Pode a massa ter cultura?

2. Cultura

Alguém definiu cultura, sob o prisma individual, como aquilo que permanece após ter-se esquecido tudo o que se aprendeu.

Transplantando tal conceito para o plano coletivo, poderíamos afirmar que cultura é o resíduo, imune à ação do tempo, dos conhecimentos (lato sensu) fundamentais dos povos. A cultura de determinada civilização vem a ser, portanto, o conjunto de seus valores e conhecimentos perenes.

Como se forma a cultura de um povo?

O termo "cultura" tem sua origem na agricultura, em razão da flagrante analogia entre as etapas do cultivo de um terreno e a formação da cultura humana.

Com efeito, a cultura de um terreno pressupõe sua limpeza de toda sujeira e ervas daninhas, a aragem e o cultivo dos vegetais desejados.

A plantação deverá obedecer determinadas regras. Será preciso plantar, antes de mais nada, coisas úteis, eis que uma cultura de ervas daninhas será uma falsa cultura.

Ademais, será necessário plantar em ordem, de maneira que, por exemplo, cada cereal esteja separado dos demais, a fim de que possa receber o tratamento que mais lhe convém.

Algo análogo se passa com a formação da cultura dos homens e dos povos.

Antes de mais nada, a boa cultura exige que se limpem as inteligências de todos os erros e falsas opiniões (ervas daninhas de nossas mentes) que comprometem tudo o que nelas venha a ser plantado.

Após, será preciso “arar” nossas inteligências, habituando-as a pensar. Pois apenas estudar não significa adquirir cultura: há analfabetos mais “cultos” do que muitos eruditos.

Finalmente será chegado o momento de “plantar“, ordenadamente, verdades úteis em nossa mente.

Não basta, portanto, ao ser humano estudar, mas é preciso, antes de mais nada, selecionar aquilo que se estuda e se guarda, de modo a se conhecer coisas úteis.

Uma lista telefônica, por exemplo, está repleta de informações verdadeiras. Todavia, nenhuma utilidade traria seu estudo. Se olharmos em torno de nós, veremos com surpresa quantos há que dispersam seu tempo e inteligência com absolutas banalidades.

Além de ter por objeto coisas úteis, a formação cultural exige que se observe determinada ordem no estudo, a qual hierarquize nossos conhecimentos de forma lógica.

Assim, temos que, a cultura da enciclopédia – que posiciona os temas de acordo com sua “ordem” alfabética, e não sua importãncia ou encadeamento lógico – não pode ser considerada verdadeira cultura. Pois a enciclopédia, vasta e superficial, pode ser comparada com um oceano que uma formiga atravessaria com água pelas patas…

Visto o processo de formação cultural – que, mutatis mutandis, se aplica também à formação da cultura dos povos – cabe responder à indagação acerca da possibilidade de existência de uma cultura de massa.

É fácil perceber, tendo em vista o ensinamento de Pio XII, que a resposta somente pode ser negativa, na medida em que a massa, por definição passiva, não é capaz de cultivar – “limpar”, “arar”, “plantar” -, por si mesma, o que quer que seja.

A pseudo-cultura de massa não passa, na verdade, de um oceano de imposições ditadas pelos meios de comunicação, muitas vezes idênticamente destinadas às mais díspares regiões e povos.

Não é por outro motivo que as massas, sejam da América, Europa ou Ásia, apreciam e produzem a mesma arte, vestem as mesmas roupas, gostam das mesmas comidas. Não é por razão diversa que os estilos, as maneiras, as tradições, enfim, a cultura peculiar de cada povo vem dando lugar, em larga medida, a uma triste “standardização” universal.

Exatamente por não partir genuinamente dos povos, mas ser sempre uma imposição de cima para baixo, a pseudo-cultura se mostra indiferente e imune às profundas diferenças existentes, por exemplo, entre japoneses e italianos, ou entre norte-americanos e árabes: todos consomem os mesmos hambúrgueres e coca-colas…

Todos receberam a mesma falsa e estereotipada “cultura”.

3. Cultura Popular

Algo totalmente diverso, porém, ocorre em relação ao povo. Este tem movimento próprio, guardando seus próprios princípios e movendo-se de acordo com eles. Ao povo é dado, portanto, formar sua própria cultura, reflexo evidente das idéias fundamentais que o movem.

Ao contrário da chamada “cultura” de massa, a cultura popular tem suas raízes nas tradições, nos princípios, nos costumes, no modo de ser daquele povo.

Desta forma, cada povo produz, por exemplo, uma arte peculiar, reflexo de suas específicas qualidades, necessariamente diversa das artes de outros povos. Assim, por exemplo, houve uma verdadeira arquitetura colonial brasileira – expressão de autêntica cultura de nosso povo -, muito diferente da arte de escultores de outros povos.

4. Cultura de Elite

Mas a verdadeira cultura popular não se esgota em si mesma.

Conforme ensina o mesmo Pio XII, o povo sempre produz uma elite, formada por aqueles que se destacam nos mais variados campos.

E essa elite, naturalmente, aperfeiçoará a cultura popular. Portanto, é a cultura popular a causa eficiente da verdadeira cultura de elite, a qual não lhe é oposta, mas prolongamento natural dela, como a flor é produto da raiz.

Raiz e flor não se repelem, amam-se. A flor é o “orgulho” da raiz, pois esta é mãe daquela.

Vivaldi, Händel e numerosos outros compositores clássicos foram buscar temas para suas músicas nas canções populares de seu tempo. Não fosse a boa poesia popular, a literatura não teria Os Lusíadas ou A Divina Comédia.

A pobre massa, por sua vez, não produz elite, nem cultura. Dela somente nasce destruição da verdadeira cultura.

O pianista em Paris e os delírios da esquerda ocidental

Um pianista solitário falou ao emocional das sensibilidades ocidentais quando tocou “Imagine”, de John Lennon, do lado de fora da casa de espetáculos Bataclan em Paris, onde freqüentadores foram assassinados por terroristas muçulmanos no último fim de semana. Consta que o pianista estava assistindo à partida de futebol entre França e Alemanha quando o atentado começou. Ele disse que “sabia que precisava fazer alguma coisa”. Era seu “dever” prestar homenagem às vítimas dos atentados em Paris. Então ele dirigiu mais de 600 quilômetros durante a madrugada, de Konstanz, na Alemanha, até Paris.


Foram tiradas fotos dele em sua bicicleta a caminho do Bataclan, piano a reboque, decidido a chegar à cena da tragédia. Enquanto tocava, curiosos fizeram vídeos e tiraram fotos dele, ostensivamente por causa do nítido contraste de algo tão belo e esperançoso em meio a uma cena de tanto horror. Pessoas de todo o Ocidente choraram, aplaudiram e, em geral, compreenderam a gravitas daquele momento, exemplificado na forte mensagem do lendário Beatle...
Imagine se não houvesse países,
Isso não é difícil
Nada por que matar ou morrer,
Nem religião
Imagine todas as pessoas vivendo a vida em paz...
Que linda cena, não é mesmo? Nós, ocidentais, não somos uma galera da paz e misericordiosa? Éééé, nós mesmos!

O problema é o seguinte: praticamente não passou de um showzinho apresentado pelo simples prazer de perpetuar uma fantasia.

Quem é o pianista? Um tal de Davide Martello. Quando li as primeiras reportagens, tive a impressão de que ele estava lá sentado numa cervejaria, tomando sua cervejinha, quando, de repente, ele se sentiu compelido por um impulso desconhecido de viajar a Paris e fazer algo totalmente diferente, algo que ele nunca havia feito antes. Ele só precisava ir até a cena da tragédia e fazer algo belo.

Mas até isso pode, seja como for, parecer um pouco interesseiro e macabro. Afinal, o sangue nem havia sido limpo da cena do homicídio em massa que acabara de ocorrer na noite anterior. Mas, como podemos constatar, ir até cenas de destruição violenta e tocar piano é uma coisa que Davide, digamos, gosta de fazer. Ele é conhecido como o “pianista da zona de guerra”, que “viaja por áreas de conflito para tocar piano, erguendo uma barreira cultural entre os cidadãos e a opressão”. Essa "descrição de cargo" é bem abstrata, mas ele faz tão bem o que quer que esse "emprego" seja que “recebeu o prêmio cívico do Parlamento Europeu por sua ‘excepcional contribuição para a colaboração européia e a promoção de valores comuns.’”

Em resumo, não passou de um evento armado que, por acaso, ocorreu em circunstâncias mais destacadas do que, digamos, sua apresentação após os tiroteios do Charlie Hebdo em Paris no início desse ano.

Não resta dúvida alguma de que Martello acha que sua apresentação tem um valor ilimitado. mas “Eu não posso trazer as pessoas de volta”, ele disse, “mas posso inspirá-las com com música e, quando as pessoas estão inspiradas, podem fazer qualquer coisa. Foi por isso que eu toquei Imagine”. 

Se a esquerda ocidental tivesse que escolher um hino ideológico, tenho quase certeza de que seria Imagine. Apesar de sua estrutura estupidamente (lato sensu) simplista, a revista Rolling Stone declarou essa canção o “maior presente [de Lennon] ao mundo da música”, principalmente por causa da sua mensagem. A canção exprime o desejo de “igualdade absoluta criada pela dissolução de governos, fronteiras, religiões organizadas e classes econômicas”.

Se você acha que viu esses conceitos em outro lugar, está absolutamente certo. O próprio Lennon admitiu que “Imagine” é “praticamente o Manifesto Comunista”.

A canção é, ainda, imbuída de um certo ar de farisaísmo, pois as idéias que ela exprime eram na época, continuam sendo e sempre serão as únicas idéias do mundo que importam. Por que ninguém consegue ver o mundo como os comunistas e os hippies ocidentais o viam na época, e como os "iluminados progressistas" ocidentais o vêem hoje?

Talvez, a ironia de tudo isso tenha sido explicada anos atrás por Mark Steyn no livro After America, comentando sobre os famosíssimos adesivos para carros com os dizeres “IMAGINE PEACE”. Ele escreveu: “É um completo erro de imaginação, um erro disfarçado de multiculturalismo universalista, imaginar que, fora do seu casulo macio, exista realmente um mundo multicultural de pessoas tão “diversificadas” que não enxergam as coisas como você”.

Os valores encontrados no bilhetinho romântico de John Lennon para o Marxismo são o objeto de uma fantasia esquerdista ocidental, a de que, se desejarmos com muita, muita fé, as pessoas que querem nos matar acabarão milagrosamente aceitando nossa maneira de pensar e todos viverão em paz e felizes para sempre. E achar que esse acontecimento encenado traz em si alguma profundidade além da promoção dessa perigosa é puro delírio.

O mundo assistiu horrorizado essa fantasia de uma utopia multicultural européia sendo posta por terra, mais uma vez. A realidade se reafirmou de novo na forma de terroristas muçulmanos levando a destruição aos cidadãos inocentes da cidade. Uns quantos fanáticos muçulmanos de várias nações, ligados pelo ódio religioso ao Ocidente e seus valores, realizaram ataques coordenados por toda a cidade, matando mais de 120 pessoas e ferindo mais de 300.

E qual foi a reação imediata do Ocidente ao que deveria ser mais um grito de alerta? Alienar-se na sua fantasia, promovendo e celebrando reuniões públicas musicais de "paz e amor" no local onde ocorreram homicídios horríveis, campanhas de hashtags e filtros para as fotos de perfil do Facebook com a bandeirinha da França. 

O Ocidente precisa, de uma vez por todas, parar de imaginar um mundo onde todos pensem como nós e queiram o que queremos. Precisamos parar de imaginar que não há nada de prático que possamos fazer para proteger as nações ocidentais contra ataques como os que ocorreram em Paris, perpetrados por ideólogos perversos que claramente trabalham de maneira incessante e subversiva para destruir a nós e ao nosso estilo de vida porque imaginam um mundo muito diferente daquele mundo fantasiado por John Lennon et caterva.

Então, caros, vamos largar a fantasia de lado e enfrentar a realidade, começando por aqui: brecar imediatamente a importação de refugiados da Síria, um país arrebentado pela  guerra, quando sabemos de sobejo que o Estado Islâmico está infiltrando agentes de ataque entre as ondas maciças de refugiados, e não há como os processos de triagem serem confiáveis nas atuais circunstâncias. 

Concluo. Já que o busílis do meu artigo é uma canção, se os franceses precisam de uma canção para despertar o sangue patriótico e incentivar seu povo à preservar-se, reagindo à ameaça do Estado Islâmico, como comentou Rich Lowry no New York Post, o hino nacional da França, “A Marselhesa” não é nada mau: "Às armas, cidadãos! Formai vossos batalhões! Marchemos, marchemos”.